Antes de ser um método, a Ex Corde é uma vocação.

Esta página não é enfeite. É a fundação. Aqui está o que nos orienta antes de qualquer campanha, o norte, o patrono e as referências que consolidam o nosso modo de trabalhar. Uma marca católica que não sabe distinguir um patrono de uma referência não entende a própria fé. Nós fazemos questão de entender.

A Santíssima Virgem, o farol para o Céu

Acima de todo método, de toda métrica, de todo resultado, está Ela. É a Virgem quem aponta a direção de tudo o que fazemos. Não é uma referência entre outras: é o norte. Todo o trabalho da casa caminha para onde Ela aponta.

São João Paulo II, o nosso patrono

Um só patrono. Dele vem o nome da casa (Ex Corde Ecclesiae) e o princípio que nos rege (o homem é o primeiro caminho da Igreja). A ele confiamos o trabalho e nele buscamos inspiração.

“O homem é o primeiro e fundamental caminho da Igreja.”

São João Paulo II

Toda a nossa comunicação existe para servir esse caminho: ajudar cada instituição a encontrar melhor o homem que ela é chamada a servir.

Santo Agostinho, o padrão

Antes de ser doutor da Igreja, Agostinho foi mestre de retórica: ensinava a falar bem, com técnica e beleza. Convertido, não descartou o ofício, colocou-o a serviço da verdade. Dele herdamos a certeza de que a boa intenção não dispensa a boa execução, e que a técnica, longe de ser mundana, é uma forma de honrar aquilo que se serve.

“Não basta fazer coisas boas, é preciso fazê-las bem.”

Santo Agostinho de Hipona

É o nosso padrão de acabamento. Uma campanha feita com boa intenção e rastreamento quebrado é uma coisa boa feita mal, e não serve. Por isso validamos antes de subir, acompanhamos enquanto roda e relatamos com clareza depois. Fazer o bem, bem: é a nossa forma de honestidade.

São Josemaría Escrivá, o trabalho

Escrivá ensinou que o trabalho comum, o de todo dia, o profissional, o que ninguém vê, é lugar de santidade, e não um intervalo entre coisas santas. Não há trabalho pequeno demais para ser bem feito, nem trabalho técnico demais para ser oferecido a Deus. Dele herdamos a recusa da mediocridade tolerada em nome da boa causa.

“Não se pode santificar um trabalho que humanamente seja uma trapalhice, porque não devemos oferecer a Deus coisas mal feitas.”

São Josemaria Escrivá

É a frase que mais nos cobra. Um relatório confuso, um anúncio subido às pressas, um prazo tratado com descaso: nada disso se santifica pela intenção. Cada entrega nossa é um ato de cuidado, não uma tarefa a despachar, porque quem serve a uma obra da Igreja não pode entregar a ela menos do que o seu melhor.

Santa Edith Stein, a comunicação

Filósofa, discípula de Husserl, judia convertida, carmelita e mártir em Auschwitz. Edith Stein é a inteligência que não se recusa a pensar e a fé que não teme a pergunta. Buscou a verdade com rigor acadêmico antes de encontrá-la em Cristo, e nunca abandonou nenhum dos dois. Dela herdamos a convicção de que comunicar a fé exige inteligência, e não apenas entusiasmo.

“Quanto mais alguém está imerso em Deus tanto mais deve sair de si, isto é, ir para o mundo a fim de levar a este a vida divina.”

Santa Edith Stein

É o mandato da nossa comunicação. Não comunicamos para dentro da bolha, repetindo o que os convertidos já sabem: saímos ao encontro de quem está fora, na linguagem que ele entende, sem diluir a verdade para agradar nem endurecê-la para impressionar. Rigor intelectual e coragem, é assim que a comunicação sai de si e chega ao mundo.

Santa Teresa de Jesus, a determinação

É o que dizemos a quem espera resultado imediato. Crescimento verdadeiro custa: custa método, custa constância, custa refazer o que não ficou bom. Não fugimos do trabalho difícil nem vendemos a ilusão do fácil, porque o que vale para a missão de uma instituição merece o preço do trabalho bem feito.

“É justo que muito custe o que muito vale.”

Santa Teresa de Jesus

Toda a nossa comunicação existe para servir esse caminho: ajudar cada instituição a encontrar melhor o homem que ela é chamada a servir.

Santa Catarina de Sena, a comunhão

Catarina era leiga, jovem e sem formação formal, e ainda assim aconselhou papas e reconciliou cidades, porque soube exatamente qual era o seu dom e o exerceu inteiro. Ensinou que a diversidade de dons não é acidente, mas desenho: Deus reparte para que ninguém se baste sozinho. Dela herdamos a razão de sermos uma casa, e não um homem só.

“Deus não deu todas as qualidades a ninguém e nem deixou ninguém sem nenhuma qualidade. Por isso precisamos uns dos outros.”

Santa Catarina De Sena

É o fundamento da nossa equipe. Crescemos quando alguém com o dom que nos falta se junta à casa, não por escala, mas por comunhão. Cada frente de atuação nasce de um dom real, e é por isso que preferimos crescer devagar e com raiz: uma casa se constrói com pessoas que se completam, nunca com números que se somam.

Conhecer os serviços que nascem dessa vocação